Quais as funções de Cloud e Fog computing em IOT?

 

 


Este artigo que vou resumir aqui, é bastante esclarecedor dos papéis e funções de cada ator em como o mercado de IOT cresce, junto com Cloud. 

Primeiro, temos de deixar claro que com o surgimento de IOT, a quantidade de dados que passou e passará a circular pela WEB cresce de forma exponencial. Isto significa que a infra estrutura de trafego de dados das empresas que atuam neste mercado terá de se ajustar a esta realidade. 

Espera-se um crescimento de 250 Zettabyte em 2016 para mais de 500 Zettabyte em 2019. Dobrar o volume de dados em menos de 3 anos. 

O papel da computação em nuvem neste volume de dados é significativo, pois grande parte destes dados, devem ser analisados ou armazenados em Cloud. Mas cloud é um componente da arquitetura que impulsiona o uso de IOT. Onde os dados são armazenados e processados. 

A IBM divide Cloud em 6 tipos de aplicações ou possíveis formas de uso, que podem ajudar no entendimento de sua abrangência. 
Software as a Service (SaaS) - São aplicativos baseados (fisicamente) em cloud, operados e mantidos por empresas, que vendem os serviços deste SW a usuários e/ou outras empresas. 
Platform as a Service (PaaS) - O operador de Cloud provem tudo, incluindo aplicativos e serviços e os vendem a usuários ou empresas para uso. 
InfraStructure as a Service - (IaaS) - O operador de cloud provem a empresas ou usuários, os servidores, storage, rede e toda a infra estrutura de DC ao usuário, que paga pelo uso (consumo). Cloud Publica - O operador de Cloud provem a usuários o uso de aplicativos e espaços através de uma rede publica (internet). 
Usualmente os serviços são disponíveis a grande massa de usuários. Cloud privada - Similar a Cloud publica, mas usualmente pertencente e a uma corporação, para uso limitado de seus colaboradores. 
Cloud híbrida - Um mix de soluções de cloud publica e privada com uma divisão do que tem acesso controlado ou não. 
Já IOT é o conceito de sensorizar e conectar dispositivos das informações sensorizadas a um ponto de análise e armazenamento. Como exemplo, temos conectar carros, dispositivos em uma casa, indústria, agricultura e etc. 
A cada dia novos dispositivos e sensores vem sendo criados, com custos cada vez mais baixos, o que vem impulsionado a quantidade de conexões. 
Sintetizando, podemos dizer que IOT (internet of things) é pegar a informação na ponta de uso e transmiti-la ao ponto de análise (que é feito em cloud). Ambos são simbióticos e tem trazido um grande beneficio em termos de agilidade de conhecimento. 
Já mencionamos em artigos anteriores, os ganhos de produtividade no campo, ganhos de eficiência energética entre outros.
 Com o conhecimento adquirido, notou-se que uma boa parte das informações coletadas, podem ser operadas localmente, e analisadas remotamente. 
Um conjunto de sensores e atuadores de uma linha de produção, por exemplo, precisa de tomada de decisão rápida para controlar a produção de determinado insumo. 
Isto é feito em hardwares e Softwares rodando localmente. Porém, toda a base de dados coletada na operação continua desta linha de produção, será transmitida e analisada em SW dedicados a BI e cognitivos, baseados usualmente em Cloud. 
Surge então o conceito de empurrar um volume de dados a ser tratados de forma primaria para as bordas da internet. Este é o conceito que ganhou o nome de Fog Computing. 
 
Para mais detalhes e visualizações de gráficos acesse: http://www.businessinsider.com/internet-of-things-cloud-computing-2016-10

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