quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Os seis erros mais comuns em projetos de pequenos e médios datacenters.

Prezados.

Foi publicado na versão digital da revista RTI deste mês, um artigo mostrando os 6 erros mais comuns na construção de datacenters de pequeno e medio porte.

Segue o link para leitura.

 http://www.arandanet.com.br/assets/revistas/rti/2019/agosto/index.php, pagina 50.

Entendendo as normatizações de Sala cofre e Sala segura - Parte 2

Parte 2 do Artigo sobre normatizações de salas cofre e salas seguras.



III-) Salas Seguras (resumo)

Uma Sala segura é uma sala montada com painéis corta fogo certificado pela NBR 10.636:1989 e que usem portas corta fogo com certificação NBR 6457. 
Não existe uma norma especifica para teste e certificação de uma sala montada com painéis corta fogo análoga a NBR15247 para salas cofre. É aí que começa a confusão.
Na teoria, um fabricante que certifique um painel corta fogo, com proteção a fogo por um tempo pré-determinado pela norma NBR 10636 e compre ou fabrique uma porta corta fogo com o mesmo tempo de proteção que os painéis e monte este conjunto em um formato de sala, com 5 ou 6 faces, pode chamar esta solução de uma sala segura.
A NBR 10636 é em suma, uma norma que gradua e padroniza o método de ensaio de proteção a resistência a fogo. Não trata de emissão de gases ou toxidade emitida durante o ensaio.  

Leia o artigo na integra no link abaixo:

Link para artigo original publicado na revista RTI de março - 
http://www.arandanet.com.br/assets/revistas/rti/2019/marco/index.php pagina 44

Entendendo as normatizações de Sala cofre e Sala segura - Parte 1

I-) Introdução

(link para leitura na publicação original 

http://www.arandanet.com.br/assets/revistas/rti/2019/fevereiro/index.php, p. 60.)

O mercado Brasileiro de Datacenters vem contratando de forma indiscriminada, soluções de datacenter formada por paredes corta fogo, como principal agente de segurança de instalações de TI.
Nas últimas décadas, ter uma célula com proteção corta fogo, tornou-se quase mandatório em instalações de datacenter públicos e privados.
Esta prática iniciou-se no país no inicio dos anos 90, e vem sendo amplamente aplicada em ambientes de TI indoor e nos últimos anos, tambem outdoor.
Como a arquitetura de TI vem evoluindo no decorrer dos anos para instalações mais compactas, porém de alta disponibilidade, as características construtivas ganharam bastante importância.
Apesar do valor que tem sido dado as características de proteção dos invólucros das salas de TI, lembramos que a disponibilidade de um datacenter está intrinsicamente ligada a arquitetura de alta disponibilidade das utilidades do Datacenter, tais como, ar condicionado, energia, cabling, incêndio, segurança e tec.
Existem normas brasileiras e internacionais que regulam os processos de ensaio e certificação de salas, paredes e portas corta fogo e neste artigo vamos aborda-las e explica-las de forma simplificada afim de desmitificar este mercado.
As principais normas que regulam estas soluções são a NBR 15.247:2004 (Unidades de Armazenagem segura – Salas Cofre e cofres para Hardware – Classificação e métodos de ensaio de resistência a fogo). Esta norma foi baseada na EN 1047-2:1999. A 
A NBR 10636:1989 vem sendo utilizada para regular o mercado do que se convencionou a chamar de sala segura. Esta norma NBR 10636:1989 (Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo). 
A NBR 10636, também se apoia nas normas NBR 5628 (Componentes Construtivos Estruturais – Determinação da resistência ao fogo – Método de Ensaio) e na NBR 6479 (Portas e vedações – Métodos de ensaio ao fogo - Método de ensaio).
Assim temos os 2 principais produtos comerciais que vamos abordar neste texto, que são as salas cofre e salas seguras.
O leitor irá perceber que em alguns momentos, estamos fazendo uma transcrição das normas, mas isto se fez necessário para o completo entendimento do processo de certificação e esclarecimento das características funcionais dos produtos e soluções.
Devido a quantidade de informação, este artigo será dividido em duas partes, sendo publicado em 2 edições consecutivas da revista RTI.
Espera-se que ao final da leitura deste artigo, o leitor tenha uma base de informação suficiente para decidir qual a solução que mais cabe a suas necessidades e consiga diferenciar as diversas soluções comerciais disponiveis no mercado.

   

Quais as funções de Cloud e Fog compputing em IOT.

Este artigo que vou resumir aqui, é bastante esclarecedor dos papeis e funções de cada ator em como o mercado de IOT crece, junto com Cloud. 

Primeiro, temos de deixar claro que com o surgimento de IOT, a quantidade de dados que passou e passará a circular pela WEB cresce de forma exponencial. Isto significa que a infra estrutura de trafego de dados das empreses que atuam neste mercado terá de se ajustar a esta realidade. 

Espera-se um crescimento de 250 Zettabyte em 2016 para mais de 500 Zettabyte em 2019. Dobrar o volume de dados em menos de 3 anos. 

O papel da computação em nuvem neste volume de dados é significativo, pois grande parte destes dados, devem ser analisados ou armazenados em Cloud. Mas cloud é um componente da arquitetura que impulsiona o uso de IOT. Onde os dados são armazenados e processados. 

A IBM divide Cloud em 6 tipos de aplicações ou possíveis formas de uso, que podem ajudar no entendimento de sua abrangência. 
Software as a Service (SaaS) - São aplicativos baseados (fisicamente) em cloud, operados e mantidos por empresas, que vendem os serviços deste SW a usuários e/ou outras empresas. 
Platform as a Service (PaaS) - O operador de Cloud provem tudo, incluindo aplicativos e serviços e os vendem a usuários ou empresas para uso. 
InfraStructure as a Service - (IaaS) - O operador de cloud provem a empresas ou usuários, os servidores, storage, rede e toda a infra estrutura de DC ao usuário, que paga pelo uso (consumo). Cloud Publica - O operador de Cloud provem a usuários o uso de aplicativos e espaços através de uma rede publica (internet). 
Usualmente os serviços são disponiveis a grande massa de usuarios. Cloud privada - Similar a Cloud publica, mas usualmente pertencente e a uma corporação, para uso limitado de seus colaboradores. 
Cloud híbrida - Um mix de soluções de cloud publica e privada com uma divisão do que tem acesso controlado ou não. 
Já IOT é o conceito de sensorizar e conectar dispositivos de as informações sensorizadas a um ponto de análise e armazenamento. Como exemplo, temos conectar carros, dispositvos em uma casa, industria, agricultura e etc. 
A cada dia novos dispositivos e sensores vem sendo criados, com custos cada vez mais baixos, o que vem impulsionado a quantidade de conexões. 
Sintetizando, podemos dizer que IOT (internet of things) é pegar a informação na ponta de uso e transmiti-la ao ponto de análise (que é feito em cloud). Ambos são simbióticos e tem trazido um grande beneficio em termos de agilidade de conhecimento. 
Ja mencionamos em artigos anteriores, os ganhos de produtividade no campo, ganhos de eficiência energética entre outros.
 Com o conhecimento adquirido, notou-se que uma boa parte das informações coletadas, podem ser operadas localmente, e analisadas remotamente. 
Um conjunto de sensores e atuadores de uma linha de produção, por exemplo, precisa de tomada de decisão rápida para controlar a produção de determinado insumo. 
Isto é feito em hardwares e Softwares rodando localmente. Porém, toda a base de dados coletada na operação continua desta linha de produção, será transmitida e analisada em SW dedicados a BI e cognitivos, baseados usualmente em Cloud. 
Surge então o conceito de empurrar um volume de dados a ser tratados de forma primaria para as bordas da internet. Este é o conceito que ganhou o nome de Fog Computing. 
Para mais detalhes e vizualizações de gráficos acesse: http://www.businessinsider.com/internet-of-things-cloud-computing-2016-10

Qual a importância da correta localização das placas perfuradas em um Datacenter.

Estamos postando um artigo bem interessante que acaba com alguns mitos sobre o uso correto de placas perfuradas em um datacenter. 

Parece um tema já batido, mas o dia a dia em visitas a diversos sites, tem mostrado que este tema tem muito ainda a ser explorado. 

O artigo é bem simples e em suma explica que as placas perfuradas devem ser posicionadas onde se faz necessário o fornecimento de ar frio ao rack, ou ativo a ser refrigerado. As placas devem ser posicionadas somente nos corredores frios e na quantidade necessária a suprir a vazão de ar requerida pelos ativos a serem refrigerados. 

Qualquer placa mal posicionada, pode causar um curto circuito de ar, jogado o fluxo de ar frio direto em contato com o corredor quente sem passar pelos equipamentos a serem refrigerados. 

Abaixo 4 mitos que são desconstruídos: 
1-) Placas perfuradas devem ser instaladas no corredor quente para empurrar o ar quente de volta a unidade de resfriamento. Falso, pois a area de baixa pressão que se cria sobre a unidade de resfriamento drena todo ar quente de volta a unidade para ser resfriada. O uso de placas desta forma é jogar ar frio sobre o ar quente, curto circuito puro. Não existe problema de existirem bolsões de ar quente no corredor quente ou em quinas, pois o que importa é se o ar frio entra no lugar certo. 

2-) Os racks de densidade mais alta devem ser instalados proximo as unidades de refrigeração. Falso, pois na maioria das soluções com down-flow, existe uma pressão estática negativa proximo as unidades de refrigeração, podendo até mesmo sugar or ar ambiente se uma placa perfurada for instalada neste ponto. O ideal é que se instale ativos apenas a partir 3 placas da unidade de refrigeração. 

3-) Corredores frios devem sempre ter 2 fileiras completas de placas perfuradas. Falso, pois a quantidade de placas perfuradas deve ser apenas um pouco superior a necessidade de ar (e localização) para refrigerar os ativos de TI. Um excesso de placas causa um excesso de ar, que gera um curto circuito de ar, ou seja, perdas. 

4-) Placas perfuradas proximo a entrada da sala deixam a equipe de TI feliz. Verdade, Este posicionamento de placas na entrada dá a sensação de um ambiente frio e bem refrigerado, mas na verdade o ar frio esta sendo jogado fora. O ra somente deve sair o bolsão sob o piso elevado onde se faz necessário para refrigerar os ativos de TI. 
Para aqueles que querem ver o artigo na integra, segue o link. 

http://www.upsite.com/blog/perforated-tile-placement-why-the-right-location-matters/

Uma só normatização para datacenters é o adequado ?

Continuando uma postagem feita a algumas semanas atrás, estou postando um artigo muito interessante questionando se os critérios definidos pelo Up time Institut devem continuar sendo a referência a ser seguida no mercado de Datacenters.

Quero deixar claro que não somos contra a normatização e os padrões criados pelo Up Time Institut, mas ter uma analise alternativa e com um outro foco é sempre produtivo ao mercado. 

O Artigo tem o apoio do IDCA (international Data Center Authorithy) que é uma organização de associados da industria de Datacenter, que foi criada para desenvolver uma normatização e guia para que as empresas deste mercado tenham uma visão diferente sobre como estão a performance de suas estruturas de DC. 

Este approach inicia-se com a analise da infra estrutura de energia e refrigeração e acaba com a analise da camada de aplicativos e SW rodando no DC e como a infra suporta esta camada alta. 

O método faz uma analise de todo o meio ambiente do DC e não apenas de facilities, com foco em elevada disponibilidade. 
O IDCA criou o termo denominado Paradigma Infinito. É uma analise de uma pirâmide de 7 níveis onde no topo estão a analise do DC individual e de como ele interage com os aplicativos que este deve suportar. 

Na camada intermediaria entram analises de localização, infra estrutura de facilities, infra estrutura de TI, recursos computacionais, plataformas, ou como efetivamente entregar os serviços requeridos. 

Vale a leitura. 

Link do artigo original: http://www.datacenterknowledge.com/archives/2016/08/29/one-data-center-standard-to-rule-them-all/

Como IOT está mudando alguns mercados específicos.

Para aqueles que gostam e estão atuando no mercado de IOT, segue o link de um artigo bem interessante sobre o tema. 
Comenta sobre 4 industrias, sendo estas Home Automation, a industria do sono, do varejo e de viagens que estão mudando a velocidade da luz. 
O artigo explica as principais razões e as dificuldades de cada industria e o tamanho de cada mercado. Para os que estão inseridos no mercado de IOT vale a leitura. 

Link: https://www.entrepreneur.com/article/281876

Os seis erros mais comuns em projetos de pequenos e médios datacenters.

Prezados. Foi publicado na versão digital da revista RTI deste mês, um artigo mostrando os 6 erros mais comuns na construção de datacenter...